A Penha de França era passagem dos viajantes que trafegavam do norte ao sul do Brasil, dos tropeiros, missões de arte e ciência aos imperadores, Pedro I e Pedro II que aqui se hospedaram, o primeiro numa pensão na Pça. N. Sra. da Penha e o segundo no Pelacete Rodovalho. O Conde D’Eu também preferia se hospedar no Hotel das Américas que ficava no Largo do Rosário ao invés da metrópole.
O Memorial
Tudo começou com um Forum de História e Preservação do Patrimônio que acontecia na Casa de Cultura da Penha em 2002.
As reuniões eram produtivas, mas havia uma preocupação de continuidade.
O grupo então fundou o Memorial Penha de França em 2004, com iniciativa privada, sem vínculos.
A sede fica num casarão de 1930, preservado pela família Folco. Além de resgatar a história do bairro, o espaço promove ações de preservação do patrimônio.
Em parceria com a Escola Técnica Aprígio Gonzaga,
o Memorial e seus estagiários em turismo desenvolvem
atividades ligadas a pesquisa histórica e a viabilização do turismo urbano na Penha. Seus monumentos, a configuração colonial do centro histórico, as igrejas centenárias, a área nativa do Tietê preservada dentro do Clube Esportivo da Penha justificam este projeto. |
Atrás destes, os edifícios se deteriorando.
Abaixo, como ficaram estas fachadas após ações de preservação de iniciativa da própria comunidade, mostrando a beleza arquitetônica e mudando totalmente a paisagem da Penha, valorizando sua história.
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